segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Ilha

Material:
Consiga uma esteira,, um tapete grande ou equivalente.

Desenrolar:
O facilitador coloca um grande tapete sobre o chão e pede que os participantes fiquem em cima do mesmo.

Em seguida, informa: " - Você está preso em uma ilha. (ESTE TAPETE, REPRESENTA ESSA ILHA)Tudo em volta é o mar. O QUE VOCÊ FARÁ?


Permite-se um tempo para que todos pensem em algo. Geralmente todos ficam andando de um lado ao outro. Após alguns minutos encerra-se o tempo.

Observações:
Geralmente a maioria não demonstra nenhuma iniciativa de se associar a um colega ou buscar uma alternativa para sair dali de forma enfática.

Ninguém "pisa" na água, buscando sair a nado ou explorar a existência de uma ilha mais estruturada nas proximidades.

Na situação do dia-a-dia, é importante demonstrar criatividade, iniciativa e desprendimento

A Palavra Chave

1- Destinatários: Grupos de jovens ou de adultos.

Formar oito equipes (Se o número de participantes for pequeno pode-se formar apenas pares)

2- Material: Oito Cartões para cada equipe. Cada um deles contém uma palavra que encerre significado moral ou educativo, ou que se relacione com o trabalho que o grupo vem desenvolvendo, como por exemplo: Amizade, liberdade, diálogo, justiça, verdade, companheirismo, bravura, ideal, etc. Os cartões são entregues em um envelope.

3- Desenvolvimento:

- O animador organiza as equipes e entrega o material de trabalho.

- Explica a maneira de executar a dinâmica. Um membro da equipe retira os cartões (do envelope); após ler cada palavra, dá um tempo para que, cada membro da equipe fale sobre o significado que atribui à palavra.

- A seguir, a equipe escolhe uma das palavras como sua palavra-chave e redige uma frase alusiva a ela, (Frase que sintetize a interpretação do grupo quanto ao seu significado).

- No plenário, começa-se pela apresentação de cada equipe, dizendo o nome dos integrantes e, em seguida qual a palavra-chave escolhida pela equipe, seu significado, e a frase que redigiram.

5- Avaliação:

- Para que serviu o exercício? (Uma das respostas possíveis: Para exercitar a prática do trabalho em equipe.)(Outra: Para estimular a reflexão em conjunto, sobre temas que contenham conteúdo moral, educativo, ou que se relacione com o trabalho que o grupo vem desenvolvendo).

- Como estamos nos sentindo?

A FORÇA DA FAMÍLIA



Distribuir a todos os participantes pedaços de cordão, com cerca de 80 cm de comprimento cada.

a) Pedir que todos partam o cordão que receberam em dois pedaços. (Provavelmente todos vão conseguir).

b) Pedir que todos juntem os dois pedaços, formando um cordão mais forte, e tentem parti-los ao meio, transformando o cordão original em quatro pedaços. (Aqueles que não conseguirem devem ser ajudados pelos vizinhos).

c) Pedir que todos juntem os quatro pedaços, formando um cordão ainda mais forte, na verdade quatro vezes mais forte que o original. Pedir que todos partam este novo cordão (Formado pelos quatro cordões juntos) no meio. Provavelmente ninguém vai conseguir, pois o cordão, alem de estar quatro vezes mais forte estará com apenas 20 cm o que dificulta a ação.


CONCLUSÃO:


PERGUNTAR AOS PARTICIPANTES A QUE CONCLUSÃO CHEGARAM APÓS ESSA EXPERIÊNCIA.


O Casal Coordenador enfim conclui:


O Cordão original representa um membro da família sozinho. É fraco e pode ser rompido com facilidade. é vulnerável e sujeito a desviar-se do bom caminho.


O Cordão duplo representa dois membros da família juntos. Já são mais fortes. Um protege e ampara o outro. Mas... ainda podem ser partidos. Não representam uma família.


O Cordão quádruplo representa a família constituída de PAI, MÃE e FILHOS. Esta sim, é forte. todos se amparam, protegem. Os mais velhos (os pais) instruem e educam os filhos. Todos tem maiores chances de serem felizes e prósperos, vencedores na vida.

A dança engraçada



Dinâmica divertida para Jovens e Adolescentes


Materiais para usar na dinâmica: Um sala ampla; músicas (gravar trechos de músicas de vários estilos, para tornar o jogo mais diversificado e mais dinâmico. Selecione forró, valsa, pagode, música romântica, etc).

Procedimento: Coloque o grupo à vontade.

Pedir para se posicionarem em duplas, um de costas para o outro.

Peça para que cada dupla escolha um líder que dará início ao jogo.

Coloque uma música de ritmos mistos e peça-lhes que, com as costas tocando as costas do colega, iniciem uma divertida dança. A pessoa que lidera executará os passos da dança e a outra procurará segui-la, esforçando-se para acompanhar o ritmo e a cadência do companheiro.

Deixe claro que não é permitido segurarem as mãos, como meio de facilitar a dança. Conversar, sim, é permitido. Anime-os com comandos verbais do tipo: “Está muito divertido, vamos!”, “Vocês estão conseguindo, parabéns!”.

Após cerca de dez minutos, pedir para que se revezem no comando dos movimentos por mais dez minutos, depois, solicite que troquem de parceiros e dancem mais dez minutos.

Peça para que se recolham em círculo e verbalize a experiência vivida.

Dicas

Iniciar o processamento abrindo espaço para que os participantes façam comentários sobre sentimentos, dificuldades, facilidades e outros que o grupo julgar importantes.

Observar se os participantes conseguem trabalhar em equipe, se acompanham ritmos diferentes ou situações diferentes e se a atividade promoveu integração.

Observações: Este jogo objetiva, por meio de uma lenta aproximação, o conhecimento do outro. Mas é importante ressaltar que cada um de nós possui um timing, um ritmo de vida. Todos os ritmos são singulares: o respiratório, o cardíaco, o motor etc.

Além de aproximação física permitida por esta atividade, está em jogo o ato de conhecer e de compartilhar com o colega o seu jeito, que é especial na hora de expressar-se.

Tempo de aplicação: 30 minutos
Número máximo de pessoas: 14
Número mínimo de pessoas: 2

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Amor ou aparência?

 

Objetivo: focalizar a diferença que existe entre atitudes mecânicas e gestos carinhosos.

Material: papel e fita dupla face..

Desenvolvimento: conforme as pessoas forem chegando, recebem um papel para colar na testa, sem poder ler o que está escrito nele. Ao sinal, cada um começa a realizar o que está escrito na testa da pessoa que está em sua frente. Quando outro sinal for dado, cada pessoa tentará acertar o que está escrito na sua própria testa.

Sugestão de tarefas: aperte a minha mão; converse comigo; me conte um caso; preciso de um sorriso; preciso de um abraço; faça uma careta; me conte um segredo; me dê um beijo; me fale do amor. Em seguida organize a turma em círculo e comente sobre a questão das aparências.

Para refletir: às vezes, a pessoa age como máquina, repetindo gestos mecanicamente para agradar àqueles que estão ao redor, mas na verdade o sentimento não é sincero.

Marcas do que eu sou

 

a) Pedir para o grupo fazer uma caminhada pela sala e ir imaginando como é a vida em uma floresta. Como funciona a floresta. Que tipos de vida identificamos na floresta.

b) Pedir para cada um imaginar como são os animais que vivem na floresta.

c) Motivar para que cada um(a) vá se concentrando em apenas um animal. Imaginando suas características, a forma como ele vive na floresta, como reage ao ataque do predador etc.

d) Pedir para que cada um pare por um instante vá incorporando o jeito do animal que escolheu, procurando ser fiel na sua forma de caracterizá-lo.

e) O(a) assessor(a) deixou os participantes vivenciarem por um instante os animais escolhidos. Em seguida diz que em toda floresta tem um predador, um caçador que ataca ou persegue um determinado animal. Dizer para cada um assumir seu papel.

f) O(a) assessor(a) motiva para a simulação ainda de outras situações que acontecem na floresta, como por exemplo: uma forte tempestade, uma grande seca, uma longa noite, estimulando aos participantes para vivenciarem estas realidades.

g) Feito isso o assessor pede a cada participante para escreverem em seu caderno os seguintes passos:

h) Descrever qual é a personalidade do animal escolhido que ele pessoalmente escolheu e encarnou; destacando as reações, comportamento (o que é bom e o que não é tão bom);

i) Pedir para fazerem uma comparação, tentando perceber as semelhanças da personalidade do animal e com a sua personalidade.

j) Encontra-se por grupos para partilharem as descobertas feitas.

k) No plenário final o(a) assessor(a) amplia a reflexão sobre a personalidade humana pontuando as diferenças, a interação nas relações e outros aspectos

A construção coletiva do rosto

 

Objetivos: Fazer com que os membros do grupo sintam-se à vontade uns com os outros.

Aplicação:

a) Orientar os participantes para sentarem em círculo;
b) O assessor distribui para cada participante uma folha de papel sulfite e um giz de cera;
c) Em seguida orienta para desenhar o seguinte:
- uma sombrancelha somente;
- passar a folha de papel para as pessoas da direita e pegar a folha da esquerda;
- passar novamente;
- desenhar um olho;
- passar novamente;
- desenhar o outro olho;
- passar a direita e... completar todo o rosto com cada pessoa colocando uma parte (boca, nariz, queixo, orelhas, cabelos).
d) Quando terminar o rosto pedir à pessoa para contemplar o desenho;
e) Orientar para dar personalidade ao desenho final colocando nele seus traços pessoais;
f) Pedir ao grupo para dizer que sentimentos vieram em mente.